Francisco em seus oito anos de pontificado

É com o coração repleto de alegria que a Igreja no mundo celebra neste sábado, 13 de março, oito anos de pontificado do papa Francisco. Em seu primeiro pronunciamento como papa, Francisco disse: “E agora eu gostaria de dar a bênção, mas, antes… antes peço-vos um favor: antes de o bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que Ele me abençoe: a oração do povo que pede a bênção para o seu bispo”.


Imagem: Beyond Faith CR, disponível em cathopic.com.



Parece que foi ontem que a fumaça branca alegrou a todos os católicos com o anúncio de um novo papa para a Igreja. Como ponto de partida do seu modo de ser e agir, Francisco nos ensina a sermos misericordiosos como o Pai é para nós.


Conhecido como um papa midiático, acolhedor, que valoriza os idosos, a família, os jovens e todos aqueles que são fragilizados. Segundo o papa, o acolhimento não significa apenas "oferecer um lugar a alguém", mas estar disponível e habituado a "se doar aos outros".


Sua eleição, por si só, foi repleta de ineditismos. Pela primeira vez, a Igreja Católica tem um líder latinoamericano. Pela primeira vez, um jesuíta. E, pela primeira vez, alguém adotava o nome Francisco – sugestão dada a Bergoglio pelo seu colega brasileiro, o cardeal emérito de São Paulo dom Claudio Hummes, que pediu a ele que não se esquecesse dos pobres.


A Igreja em saída, como recorda papa Francisco, leva a encontros concretos com sujeitos que estão fora da Igreja, fora da sociedade, fora da norma moral instituída, fora das normalidades sociais e políticas. A teologia da carne supera as teologias das estruturas, das fixações e das regras que dispensam o encontro, o afeto, a acolhida e a solidariedade, onde, na experiência primeira da fé, que é o amor, Deus se encontra com o ser humano.


Que Deus abençoe o nosso pastor!



Fonte: Adaptado do Vatican News.